O tênis é, atualmente, bastante procurado e apreciado pelos mais variados públicos e classes sociais. Após o fenômeno “Guga” o esporte se popularizou e ainda hoje exerce forte influência nas pessoas. Devido ao aumento da procura pela modalidade, não só a classe alta da sociedade tem praticado o esporte, mas também as classes B e C dedicam-se a ele.
Em Ribeirão Preto, existe uma empresa que se propôs a promover torneios regionais, buscando uma maior integração entre clubes, atletas e professores de tênis, é a RTR – Ranking de Tênis de Ribeirão Preto. Seu objetivo maior é implantar um Ranking Regional, que contará pontuação aos participantes e ao final do ano, aquele que obtiver a maior somatória de pontos em sua categoria, será considerado o campeão de 2007. Esta iniciativa tem o intuito de popularizar ainda mais o esporte, incentivando sua prática.
Popularização do esporte
O tênis já foi um esporte elitista, agora já não é. As pessoas de poder aquisitivo maior continuam praticando e aqueles que não conheciam a modalidade, começaram a se envolver, buscar clubes e professores especializados e passaram a jogar. “Ao invés de fazerem muitas aulas como as pessoas de mais condições fazem, os esportistas de classe B e classe C treinam menos, entretanto praticam o esporte”, disse o professor de tênis, José Carlos Caetano.
A prática do esporte tem chamado a atenção do público universitário, a estudante de Fisioterapia da USP, Milena Neubern, começou a jogar com 5 anos, parou, e agora com 20 resolveu voltar. “Já pensei em me profissionalizar no tênis, mas pela minha idade e por estar cursando faculdade acho um pouco difícil, por enquanto pratico por hobby, mas se surgir uma oportunidade quem sabe”, disse Milena. Segundo ela, o esporte não interfere em nada seu rendimento na faculdade, “o treino dura 1h, não perco muito tempo e não vai me fazer falta pra estudar”, afirma.
Ranking
É muito importante que os tenistas sejam incentivados a continuarem treinando, jogando e buscando a melhora de seu nível técnico. Com a implantação do Ranking, será possível saber quem é o atual melhor jogador da cidade e da região, além de ser uma oportunidade de entretenimento aos participantes. Para o estudante de Ciências Biológicas da USP, Ramon Fernandes Faustino, 19 anos, o campeonato é um estímulo aos atletas pois acontece o ano todo, possui várias etapas e conta pontos para aquele que melhor se sair.
“A idéia da RTR é conseguir juntar as forças de trabalho de professores de tênis, profissionais da saúde, jogadores e clubes para o tênis voltar a ser um esporte com uma motivação legal. Não podemos ficar na expectativa do surgimento de mais um fenômeno como o Guga, para o tênis se desenvolver e se popularizar”, disse o diretor da RTR, Daniel Borges Cecílio.
O tênis é um esporte que sempre se relacionou aos sinônimos “beleza”, “elegância”, “qualidade”, “estilo”, “força” e “resistência”, o que torna sua prática atrativa para os mais variados públicos. Com a realização de torneios abrangendo Ribeirão Preto e sua região, os atletas podem se dedicar aos treinos e acabam despertando entre si um espírito de competitividade, que é muito favorável, desde que seja saudável.
por: Bruna Rossato e Jamile Gorita
quarta-feira, 16 de maio de 2007
RTR – Open de Tênis 2007
A I Etapa do “RTR – Open de Tênis 2007”, realizada de 13/04 à 29/04 na Academia Tennis.com de Ribeirão Preto, contou com a inscrição de 240 jogadores de nossa cidade e região. Durante o evento, cerca de 2000 pessoas circularam pelo local, incluindo organizadores, atletas, professores de tênis e a equipe Physio Athletic, que proporcionou ao público atividades corporais fora de quadra, além de assistência fisioterapêutica aos competidores, durante os jogos.
Os tenistas da categoria Especial disputaram o prêmio em dinheiro, as demais categorias (A1, A2, B1, B2, B3, C1, C2, 13/14, 11/12 e 7/8-9/10 masculino, A, B, C, 9/10, 11/12-13/14 feminino), foram premiadas com medalhas.
“Este é um evento que faltava em Ribeirão Preto, pois estimula os jogadores da cidade a treinarem, a jogarem, a terem um parâmetro do nível de cada jogador perante os outros. É uma iniciativa muito legal, extremamente positiva para o tênis e tem tudo para dar certo”, diz Antonio Carlos Didier Filho, professor de tênis.
A idéia da realização do campeonato, partiu da empresa RTR (Ranking de Tênis de Ribeirão Preto), que tem o objetivo de integrar atletas, clubes e professores de tênis da nossa cidade e região. A cada etapa do evento (serão três), os competidores acumularão pontos em um Ranking Regional e ao final do ano, aquele que obtiver a maior somatória em sua categoria, será declarado o campeão de 2007.
“Gostei muito do torneio, foi bem organizado, a estrutura do local é bem feita e todos os jogos ocorreram sem atraso”, afirma Nélio Alencar Pereira Mattos, vencedor do prêmio de R$1000,00. O tenista de 19 anos, acredita que o Ranking é uma boa iniciativa, pois permite que se tenha uma base de quem está jogando melhor no momento.
O vice-campeão Gabriel Franco, que levou para casa a quantia de R$500,00, também aprovou a iniciativa da RTR. Segundo ele, o torneio incentiva os jogadores a treinarem cada vez mais, buscando sempre a melhora de seu nível técnico.
Com a implantação do Ranking Regional, todos os praticantes de tênis de Ribeirão Preto e região passam a ter uma oportunidade a mais de entretenimento e podem estimular seu espírito competitivo
saudável. A meta principal da RTR, é tornar o esporte cada vez mais acessível a todas as classes sociais e futuramente desenvolver projetos sociais, construir quadras de tênis populares e criar bolsas de incentivo e contribuição a jovens atletas.
A II Etapa do campeonato terá início no dia 15/06 e será realizada na academia Rede de Tênis e no Centro Médico, já em setembro, acontece a III Etapa no Tênis Country Clube.
A I Etapa, teve patrocínio e apoio das empresas: Sbt, Shopping Santa Úrsula, Espaço Paisagístico, Arte do Ofício, Zebunet, Hotel Vila Real, Herograf, Ad-Tech, CHF Painéis, Physio Athletic, Social Esporte, Audi One, Nilza, JuãoSom, Mormaii e Mirai comida Japonesa.
Bruna Rossato
Os tenistas da categoria Especial disputaram o prêmio em dinheiro, as demais categorias (A1, A2, B1, B2, B3, C1, C2, 13/14, 11/12 e 7/8-9/10 masculino, A, B, C, 9/10, 11/12-13/14 feminino), foram premiadas com medalhas.
“Este é um evento que faltava em Ribeirão Preto, pois estimula os jogadores da cidade a treinarem, a jogarem, a terem um parâmetro do nível de cada jogador perante os outros. É uma iniciativa muito legal, extremamente positiva para o tênis e tem tudo para dar certo”, diz Antonio Carlos Didier Filho, professor de tênis.
A idéia da realização do campeonato, partiu da empresa RTR (Ranking de Tênis de Ribeirão Preto), que tem o objetivo de integrar atletas, clubes e professores de tênis da nossa cidade e região. A cada etapa do evento (serão três), os competidores acumularão pontos em um Ranking Regional e ao final do ano, aquele que obtiver a maior somatória em sua categoria, será declarado o campeão de 2007.
“Gostei muito do torneio, foi bem organizado, a estrutura do local é bem feita e todos os jogos ocorreram sem atraso”, afirma Nélio Alencar Pereira Mattos, vencedor do prêmio de R$1000,00. O tenista de 19 anos, acredita que o Ranking é uma boa iniciativa, pois permite que se tenha uma base de quem está jogando melhor no momento.
O vice-campeão Gabriel Franco, que levou para casa a quantia de R$500,00, também aprovou a iniciativa da RTR. Segundo ele, o torneio incentiva os jogadores a treinarem cada vez mais, buscando sempre a melhora de seu nível técnico.
Com a implantação do Ranking Regional, todos os praticantes de tênis de Ribeirão Preto e região passam a ter uma oportunidade a mais de entretenimento e podem estimular seu espírito competitivo
saudável. A meta principal da RTR, é tornar o esporte cada vez mais acessível a todas as classes sociais e futuramente desenvolver projetos sociais, construir quadras de tênis populares e criar bolsas de incentivo e contribuição a jovens atletas.
A II Etapa do campeonato terá início no dia 15/06 e será realizada na academia Rede de Tênis e no Centro Médico, já em setembro, acontece a III Etapa no Tênis Country Clube.
A I Etapa, teve patrocínio e apoio das empresas: Sbt, Shopping Santa Úrsula, Espaço Paisagístico, Arte do Ofício, Zebunet, Hotel Vila Real, Herograf, Ad-Tech, CHF Painéis, Physio Athletic, Social Esporte, Audi One, Nilza, JuãoSom, Mormaii e Mirai comida Japonesa.
Bruna Rossato
Ausência de Proteção Solar aumenta casos de Câncer de Pele
A correria do dia-a-dia e a freqüente exposição ao sol sem proteção, tem contribuído para o aumento dos casos de câncer de pele. A doença pode se manifestar de várias formas, mas as três mais comuns são: O Carcinoma Basocelular (CBC), o Carcinoma Espinocelular (CEC) e o Melanoma Maligno (MM).
O câncer de pele é um tumor bastante comum em pessoas de pele clara, que tomam muito sol desde a infância ou que trabalham sob a luz de neon (lâmpadas fluorescentes), pode ser confundido com pintas, manchas e feridas sem cicatrização, “é uma lesão que leva anos para evoluir, que sangra, que dói e cresce progressivamente”, diz a oncologista, Rosana Regasini. Segundo ela, a maioria dos casos é de fácil tratamento, basta operar o câncer e acompanhar o paciente, foi o que aconteceu com José Carlos Araújo dos Santos, 50, que há sete anos vem tratando a doença e já operou lesões em seu rosto, braço, costas, pescoço, nariz e olhos, porém, todas eram benignas e tiveram cura.
Uma pesquisa produzida na Universidade de St Louis e divulgada no encontro anual da Academia Americana de Dermatologia, em Fevereiro (2007), demonstrou que as pessoas que dirigem muito, apresentam um risco maior de desenvolver o câncer de pele. Os pesquisadores perceberam que motoristas, apresentavam uma maior incidência da doença, principalmente do lado esquerdo do corpo, que é o que fica mais exposto ao sol enquanto se dirige, é o chamado “Câncer de Pele do Motorista”.
A melhor maneira para prevenir a doença ainda é a proteção. O uso diário de chapéu, boné e protetor solar adequado ao seu tipo de pele, é indispensável, principalmente nos horários de maior pico do sol, entre 10h e 16h. “Não saio de casa sem me proteger, passo protetor várias vezes ao dia”, afirma a aposentada, Dona Madalena Marcari, 76, que teve câncer de pele no nariz e na testa. Na família dela há outros casos, todas as suas primas mais “clarinhas” tiveram a doença, já os mais morenos não desenvolveram.
O Programa Nacional do Controle de Câncer de Pele divulgou em 2006, que no Estado de São Paulo, negros e orientais tem bem menos tendência a desenvolver a doença do que as demais etnias, porém, apesar da comprovação, ninguém deve deixar a proteção de lado.
Se a pessoa não se protegeu e tomou sol em excesso durante a vida, o jeito é ficar de olho na pele. O diagnóstico precoce é muito importante e a qualquer sinal de alteração, é recomendada a procura de um especialista.
por: Bruna Rossato e Jamile Gorita
O câncer de pele é um tumor bastante comum em pessoas de pele clara, que tomam muito sol desde a infância ou que trabalham sob a luz de neon (lâmpadas fluorescentes), pode ser confundido com pintas, manchas e feridas sem cicatrização, “é uma lesão que leva anos para evoluir, que sangra, que dói e cresce progressivamente”, diz a oncologista, Rosana Regasini. Segundo ela, a maioria dos casos é de fácil tratamento, basta operar o câncer e acompanhar o paciente, foi o que aconteceu com José Carlos Araújo dos Santos, 50, que há sete anos vem tratando a doença e já operou lesões em seu rosto, braço, costas, pescoço, nariz e olhos, porém, todas eram benignas e tiveram cura.
Uma pesquisa produzida na Universidade de St Louis e divulgada no encontro anual da Academia Americana de Dermatologia, em Fevereiro (2007), demonstrou que as pessoas que dirigem muito, apresentam um risco maior de desenvolver o câncer de pele. Os pesquisadores perceberam que motoristas, apresentavam uma maior incidência da doença, principalmente do lado esquerdo do corpo, que é o que fica mais exposto ao sol enquanto se dirige, é o chamado “Câncer de Pele do Motorista”.
A melhor maneira para prevenir a doença ainda é a proteção. O uso diário de chapéu, boné e protetor solar adequado ao seu tipo de pele, é indispensável, principalmente nos horários de maior pico do sol, entre 10h e 16h. “Não saio de casa sem me proteger, passo protetor várias vezes ao dia”, afirma a aposentada, Dona Madalena Marcari, 76, que teve câncer de pele no nariz e na testa. Na família dela há outros casos, todas as suas primas mais “clarinhas” tiveram a doença, já os mais morenos não desenvolveram.
O Programa Nacional do Controle de Câncer de Pele divulgou em 2006, que no Estado de São Paulo, negros e orientais tem bem menos tendência a desenvolver a doença do que as demais etnias, porém, apesar da comprovação, ninguém deve deixar a proteção de lado.
Se a pessoa não se protegeu e tomou sol em excesso durante a vida, o jeito é ficar de olho na pele. O diagnóstico precoce é muito importante e a qualquer sinal de alteração, é recomendada a procura de um especialista.
por: Bruna Rossato e Jamile Gorita
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